Falta de água pela Sanepar na Capital mostra importância do abastecimento via SJP


Milhares de consumidores de São José dos Pinhais e outras cidades estão em rodízio por causa de diferentes razões de diminuição de captação no Rio Miringuava

Blog Single Placa do Rio Miringuava no bairro são-joseense Taquaral, na avenida Rui Barbosa
O abastecimento hídrico de Curitiba depende, principalmente, das cidades metropolitanas, como Piraquara e São José dos Pinhais. Desde o fim de semana, estas cidades e outros municípios estão em processo de rodízio pela companhia de fornecimento, a Sanepar. Os motivos, de acordo com a estatal, são três fatores, sendo o calor, aumento de uso do recurso por causa do corona vírus mais a falta de chuvas no Rio Miringuava. Está em construção a Bacia do Miringuava, na área rural de São José, entre a Colônia Murici e a Malhada, mas com previsão de enchimento da barragem só em 2021.

Se a orientação do Ministério da Saúde contra a pandemia é higienizar as mãos por meio minuto de lavagem nas torneiras, a restrição veio em um momento muito delicado, atingindo milhares de consumidores. Em São José dos Pinhais, bairros limítrofes ao Rio Miringuava, como São Marcos e Taquaral, até o bairro curitibano de Santa Felicidade, há 50 km do Rio Miringuava, entraram no rodízio, tipo um dia sim e o outro não. Os moradores ficarão sem água regular até 20 de março, sexta que vem, segundo a Sanepar.

O Rio Miringuava nasce na Catas Altas, região da Serra da Guaricana, e percorre cerca de 25 km até desaguar no Rio Iguaçu. Desde a nascente, o rio passa por dezenas de chácaras e áreas públicas de São José dos Pinhais. Perto da Colônia Murici, ele é captado pela Sanepar na chamada Estação de Tratamento Miringuava, no bairro Barro Preto.

Confira bairros e cidades afetadas no site da Prefeitura de SJP
http://www.sjp.pr.gov.br/utilidade-publica-estiagem-e-alto-consumo-afetam-abastecimento-na-rmc/

PautaSJP.com

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